Competências colaborativas e autoempreendedorismo


Em um contexto de tantas incertezas e distopias, como manter o entusiasmo, acessar as oportunidades e desencadear estados de fluxo criativo?

Dirigido principalmente a artistas independentes, empreendedores criativos, realizadores culturais e ativadores de arranjos colaborativos, o curso Competências Colaborativas e Autoempreendedorismo - a partir de um mergulho em si mesmo e do estudo de conteúdos relacionados a pensamento e práticas sistêmicas - trabalha competências para colaborar de forma mais efetiva e liderar processos de transformação pessoal e profissional.

Colaboração é a prática que nos permite viver o aspecto luminoso da transição. Se por um lado os velhos sistemas, baseados na escassez e no controle, fenecem gerando violência e destruição, por outro, novos padrões surgem vigorosamente produzindo vida e abundância. O empreendedor que sabe colaborar se beneficia dos aspectos positivos da transição e ao mesmo tempo contribui para que ela aconteça.

Mas colaborar é bem mais complexo que cooperar (quando duas partes simplesmente coordenam ações e trocas para benefício mútuo). Colaborar é cocriar: criar o mundo juntos e criar a si mesmo em relação ao outro. Participar da realização do outro, sem abrir mão da própria realização. Uma consciência voltada simultaneamente para o individual e o comum, para dentro e para fora.

Para o filósofo Hans-Georg Gadamer, “o real entendimento sempre tem um custo de identidade”. A colaboração requer compreender as razões de se fazer o que se deseja fazer juntos, individuais e coletivas. Colaborar desafia cada empreendedor a entender o jeito do parceiro enxergar o mundo. Mas, para que isso seja possível, é preciso observar o próprio olhar, desvendar os próprios motivos e “trair” as convicções. Só assim é possível superar conflitos e enxergar e sustentar novas possibilidades.

PRÓXIMA EDIÇÃO | 8 a 10 de dezembro de 2017.

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